Quem não gosta de humor negro não deve, definitivamente, assistir aos filmes dos irmãos Ethan e Joel Coen. O trabalho dos caras é tão autêntico em contar histórias razoavelmente absurdas que podem os mais céticos julgar filmes como “Matadores de Velhinha”, “E aí, meu irmão, cadê você?” e “Queime Depois de Ler” como violentos, preconceituosos e até mesmo ruins. Mas, para mim, o estilo deles de fazer cinema é tão bom, e tão divertido, que não vejo a hora de ver seu mais novo título, “A Serious Man“, que estréia nos cinemas daqui em 4 de dezembro.

A sinopse resumida é a seguinte (via @Cineclick):

Em 1967, Larry Gopnik (Michael Stuhlbarg) é um professor de Física da Universidade de Midwestern, que acaba de ser informado que sua esposa Judith (Sari Lennick) o está deixando. Ela apaixonou-se por um de seus colegas, Sy Ableman (Fred Melamed), que, aos seus olhos, é alguém muito mais interessante do que seu marido. A família de Larry também não é lá essas coisas: seu irmão Arthur (Richard Kind) mora em sua casa e dorme no sofá; seu filho Danny (Aaron Wolf) é um estudante problemático e rebelde; e sua filha Sarah (Jessica McManus) pega, frequentemente, dinheiro de sua carteira, para fazer uma plástica no nariz. Uma carta anônima também ameaça sua carreira na universidade. Larry, então, decide pedir conselhos a três diferentes rabinos que poderão ou não ajudá-lo, diante de tantos problemas.


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