Trailer de Guitar Hero: Metallica

Postado em (games, música) por andy em 22-12-2008

Depois do Aerosmith, quem ganha uma versão própria do game Guitar Hero é o Metallica. A novidade, aqui, é que além de poder interpretar os clássicos da banda, o repertório também terá algumas músicas que influenciaram o Metallica em sua tragetória.

Mais do que qualquer coisa, vale o registro de que essa é mais uma tentativa do Metallica de recuperar a imagem de vilão dos “veículos alternativos de distribuição de música”. Diga-se de passagem que, desta vez, o álibi é muito bom. O trailer abaixo foi divulgado pelo site oficial da banda:

No repertório, já estão confirmadas as seguintes canções:

- “Enter Sandman” (Metallica)
- “For Whom The Bell Tolls” (Metallica)
- “Fuel” (Metallica)
- “Hit The Lights” (Metallica)
- “King Nothing” (Metallica)
- “Master of Puppets” (Metallica)
- “No Leaf Clover” (Metallica)
- “Nothing Else Matters” (Metallica)
- “Sad But True” (Metallica)
- “The Unforgiven” (Metallica)
- “Where I May Roam” (Metallica)
- “No Excuses” (Alice in Chains)
- “Turn The Page” (Bob Seger)
- “Hell Bent For Leather” (Judas Priest)
- “Demon Cleaner” (Kyuss)
- “Tuesdays Gone” (Lynyrd Skynyrd)
- “Blood and Thunder” (Mastodon)
- “Armed and Ready” (Michael Schenker Group)
- “Mother of Mercy” (Samhain)
- “Black River” (The Sword)
- Músicas adicionais do Foo Fighters, Queen e Slayer

A virgem assassina da Wikipedia

Postado em (internet, música) por andy em 12-12-2008

Essa é uma das histórias mais ridículas da história da Internet: a Internet Watch Foundation, entidade britânica que regulamenta o conteúdo virtual confiável, incluiu a Wikipedia em sua blacklist devido ao fato da enciclopédia virtual conter, em um de seus artigos, a capa do álbum Virgin Killer, da banda alemã Scorpions. Resultado? TODA a Wikipedia passou a ser bloqueada mundo afora devido à existência de uma imagem que qualquer um pode encontrar em poucos segundos em um site de buscas ou até mesmo em uma loja virtual.

Seis provedores (O2/Be Unlimited, Virgin Media, Easynet, Plusnet, Demon e Opal Telecommunications) se uniram e fizeram uma espécie de roteamento, desviando o tráfego da Wikipedia para uma mensagem que diz mais ou menos o seguinte: “Nós bloqueamos essa página porque, de acordo com a Internet Watch Foundation (IWF), ela contém imagens indecentes de crianças ou aponta para elas. Sendo assim, você estaria infringindo a lei inglesa se visse o material.”

É realmente um tanto um quanto estúpido pensar dessa forma: apesar da capa realmente ser polêmica, não faz sentido querer censurar de uma hora um material que está há 32 anos circulando por aí (e que praticamente todo interessado na banda já deve ter visto). Enfim, vale o desabafo: mas a idéia da menininha nua, com suas partes íntimas cobertas por uma rachadura no vidro, foi bem sacada.

Bom, se você tiver interesse de visualizar o artigo por aqui, enquanto ele ainda não foi bloqueado pelos provedores nacionais, é só clicar aqui. A imagem permanece lá desde que uma votação foi realizada para decidir a respeito da permanência (ou não) da capa no site. Os wikis acabaram optando por mantê-la depois de uma “acirrada” disputa que acabou em 43 a 12…

Ah, caso você não saiba, a música “Catch your Train”, uma das músicas mais consagradas de toda a carreira do Scorpions, faz parte desse disco. Fala a verdade: você já tinha visto essa capa, né?

Novo clipe do Metallica impressiona

Postado em (música) por andy em 10-12-2008

Sei que o título parece um tanto quanto preciosista de minha parte, fã declarado do Metallica que sou, mas de qualquer forma não estou mentindo: o novo clipe do Metallica, da música “All Nightmare Long”, realmente tem gerado comentários desde que foi lançado, no início desta semana.

Pra começar, o clipe não mostra a banda em nenhum momento e ressuscita aquele velho (e bom) estilo de fazer clipes de rock: contar histórias e gerar interpretações diversas (lembra de “Do the Evolution, do Pearl Jam?). Aqui, o clipe funciona como uma espécie de documentário antigo, falando sobre experiências científicas feitas durante períodos de guerra. A música, que é o segundo single do álbum Death Magnetic, lançado em setembro, tem quase 9 minutos e a legenda (bem ao estilo Discovery Channel) se harmonizam num trabalho perfeitamente compatível com a palavra trash. Interessante, e vale o tempo. Assista:

Entre armas e rosas, Chinese Democracy finalmente é lançado

Postado em (música) por andy em 28-11-2008

Esta semana o mundo da música viveu um momento um tanto quanto importante: o lançamento do álbum mais caro, mais aguardado e mais demorado da história da música! “Chinese Democracy” chegou às lojas de todo o mundo no último dia 23 e o alvoroço em cima do disco não poderia ser menor, afinal de contas estamos falando do primeiro disco de músicas inéditas do Guns N’Roses em 17 anos. E também não estamos falando de uma banda qualquer, afinal de contas o grupo liderado por Axl Rose representa um dos maiores fenômenos da Cultura Pop dos anos 90, tendo vendido até hoje quase 200 milhões de discos e realizado a mais lendária turnê já vista pela humanidade.

Eu, que ainda não era adolescente lá pelos idos de 1992 (quando o Guns vivia seu momento máximo) conheci o legado da banda californiana quando cheguei aos meus 15 anos. E, realmente, não dá pra passar indiferente pelo Guns: ou você gosta, ou você não gosta. O estilo excêntrico de seu frontman, somado ao estilo do guitarrista Slash (que simplesmente definiu o estereótipo do guitarrista “estrela”) e às canções melosas mas suficientemente pesadas da banda foram fatores que chamaram a atenção de um cenário que ainda vivia a ressaca deixada pelo rock dos anos 80.

O Guns quebrou barreiras e definiu conceitos no cenário musical e seu declínio, em meados de 1994, abriu um espaço que jamais foi preenchido: de lá pra cá o vocalista Axl Rose tornou-se o único proprietário da marca Guns N’Roses, colecionando polêmicas, conflitos e ex-integrantes. Resultado? O Guns nunca mais conseguiu lançar algo novo, até agora.

É quando chegamos, finalmente, em novembro de 2008: 11 anos após Axl Rose divulgar que a banda estaria trabalhando em um novo álbum e nada menos que 13 milhões de dólares gastos na produção de “Chinese Democracy”, finalmente podemos ouvir o resultado final de toda essa expectativa. E quer saber a minha opinião? Eu gostei. Não só gostei como me surpreendi ao perceber que “Chinese Democracy” é um excelente álbum e a voz de Axl Rose (não sei até que ponto o trabalho de estúdio influenciou) ainda está viva e marcante.

Se eu fosse Axl e tivesse um certo senso de localização, talvez mudaria o nome da banda e lançaria “Chinese Democracy” com uma assinatura diferente, sem o nome Guns N’Roses. Isto reduziria a responsabilidade em cima do disco e, por si só, já abriria o leque para interpretações mais flexíveis. Slash, por exemplo, fez isso com o Velvet Revolver e conseguiu chamar a atenção na proporção certa, sem maiores estardalhaços, mas enfim…

Bom, já que estamos falando em Guns, é verdade que “Chinese Democracy” não soa épico como os “Use Your Illusion” ou o “Appetite for Destruction”, mas ainda assim não deixa de ser um excelente álbum de hard-rock. E com alguns momentos nostálgicos também: as canções “Shackler’s Revenge”, “Madagascar”, e “This I Love”, por exemplo, não decepcionam em mostrar um Guns parecido com o de Slash. Fica evidente que falta, sim, a diferenciação imposta pelas guitarras de Slash mas, se pararmos pra pensar que “Chinese Democracy” precisou de 12 estúdios para ser gravado e mais de uma dúzia de músicos oficiais (somando os integrantes atuais com os que passaram pela banda desde que o álbum começou a ser gravado) não dá pra dizer que o trabalho ficou ruim.

Axl Rose tenta compensar os momentos menos inspirados com efeitos de estúdio e batidas que desfilam pelo pop, pelo hip-hop e até por inspirações eletrônicas, mas o que me deixou feliz, de verdade, foi poder ouvir a voz rouca e desgrenhada que marcou a minha adolescência novamente: e talvez seja por isso que “Chinese Democracy” já tenha chegado na casa dos milhões, afinal, além de mim existem pelo menos mais uns 200 milhões de sujeitos que pensam mais ou menos do mesmo jeito.

As músicas que marcaram os anos 80

Postado em (música) por andy em 07-11-2008

Eu sei que estou ficando repetitivo com esses posts musicais e nostálgicos, mas não dava pra deixar passar essa compilação de músicas clássicas que marcaram os anos 80. Vale a recordação desta que, definitivamente, foi a melhor década da história da música:

00:00 Blondie - Call Me
00:12 Gary Numan - Cars
00:20 Pink Floyd - Another Brick In the Wall (Part 2)
00:35 Michael Jackson - Rock With You
00:50 Queen - Crazy Little Thing Called Love
01:00 Kim Carnes - Bette Davis Eyes
01:13 Hall & Oates - Kiss on My List
01:25 Rick Springfield - Jessie’s Girl
01:40 Kool & The Gang - Celebration
01:50 REO Speedwagon - Keep On Loving You
02:00 The Human League - Don’t You Want Me
02:05 Joan Jett & The Blackhearts - I Love Rock ‘N Roll

02:20 Olivia Newton-John - Physical
02:33 Survivor - Eye of the Tiger
02:52 John Mellencamp - Jack & Diane
03:00 Bonnie Tyler - Total Eclipse of the Heart
03:12 Dexy’s Midnight Runners - Come on Eileen
03:20 Men At Work - Down Under
03:30 Michael Jackson - Beat It
03:40 Michael Sembello - Maniac
03:50 The Police - Every Breath You Take
04:03 Bruce Springsteen - Dancing In the Dark
04:15 Culture Club - Karma Chameleon
04:25 Paul McCartney & Michael Jackson - Say Say Say

04:40 Kenny Loggins - Footloose
04:50 Van Halen - Jump
05:00 a-ha - Take On Me
05:20 Wham! - Wake Me Up Before You Go-Go
05:30 Madonna - Lika a Virgin
05:45 Dire Straits - Money for Nothing
06:00 Whitney Houston - How Will I Know
06:15 Pet Shop Boys - West End Girls
06:20 Sharam - P.A.T.T. (Party All the Time)
06:28 Mr. Mister - Broken Wings
06:50 Robert Palmer - Addicted to Love

Michael Jackson em capela eletrônica

Postado em (música) por andy em 04-11-2008

O nome do cara é François Macré e ele resolveu regravar o clássico “Thriller”, de Michael Jackson, usando apenas a sua voz. O trabalho “à capela” foi feito utilizando um software onde ele gravou 64 trilhas independentes de áudio. Macré usou apenas uma webcam, um microfone e seu computador pessoal e levou cerca de 350 horas (aproximadamente 15 dias ininterruptos de trabalho) para conseguir o resultado postado no video abaixo.

Em tempos de YouTube, onde se faz de tudo para conseguir um pouco de popularidade, já não basta mais ser criativo: é preciso ser genial! No caso do nosso amigo aí do video, ele precisou de bastaaaaaante tempo também, mas valeu o esforço: o resultado até que ficou bem interessante.

Segue o video:

Fazendo clipes com o Excel

Postado em (música, software) por andy em 27-10-2008

O título do post parece meio pretensioso, visto que não vou postar aqui como fazer tal proeza, mas só pra documentar que realmente é possível: Phil Clandillon e Steve Milbourne são dois inventivos caras da divisão londrina da Sony/BMG e que descobriram uma forma bem peculiar de reproduzir vídeos. Usando fórmulas, eles conseguiram criar uma espécie de videoclipe utilizando caracteres no Excel.

Assista abaixo a versão “alternativa” do clipe para a música “Rock N’ Roll Train“, primeiro single do fantástico novo album do AC/DC, Black Ice, lançado semana passada. Vale a pena conferir, de verdade:

Lançado o clipe do Radiohead idealizado por fã

Postado em (música, tecnologia) por andy em 08-10-2008

A era da convergência digital tornou a possibilidade de uma banda ser realmente inovadora muito menos provável. Mas, ainda assim, algumas delas conseguem se diferenciar e, no topo da pirâmide, está o Radiohead. Os caras sabem como fazer a mesma-coisa-de-sempre de um jeito diferente: foi assim quando lançaram o álbum “In Rainbows” com o preço que o consumidor achasse justo pagar, quando lançaram um clipe sem utilizar câmeras e foi assim quando os caras resolveram deixar que seus próprios fãs criassem seu novo videoclipe.

O concurso foi lançado em abril com o seguinte desafio: bastava qualquer pessoa enviar um roteiro com idéias ou rascunhos de um videoclipe de animação de uma das músicas do álbum “In Rainbows”. Depois de 5 meses de concurso, quatro idéias foram vencedoras, premiando seus autores com 10 mil libras para cada. Das quatro idéias, o video do francês Clement Picon foi escolhido para ser o video oficial e a música contemplada foi a faixa 7, “Reckoner”, uma das minhas preferidas do disco, por sinal.

Thom Yorke, vocalista e líder do Radiohead, gostou tanto do resultado que escreveu no blog oficial da banda: “”Este vídeo é um dos melhores que já vi em toda minha vida”. De acordo com o autor, o video mostra o planeta como um ser vivo, que cede sua energia para a criação de todos os seres vivos, além das cidades. O resultado é um video fantástico, bem produzido, com uma idéia simplesmente maravilhosa e uma trilha sonora impecável. Salve Radiohead!

Confira o video abaixo:

Radiohead - Reckoner - by Clement Picon

Leia também:

- Radiohead impressiona e grava clipe sem utilizar câmeras

Smashing Pumpkins na vitrola no primeiro trailer de Watchmen

Postado em (cinema, música, quadrinhos) por andy em 22-07-2008

Não vou ficar aqui mastigando spoilers sobre ‘Batman - The Dark Kinght’. Tudo o que dá pra dizer é que o filme é fantástico, definitivo e, sim, merece todos os elogios que está recebendo por aí. Ao mesmo tempo, resolvi dedicar esse post ao universo dos quadrinhos, entrelaçando-o com o universo do cinema e da música. Segue:

O trailer de Watchmen, que está sendo exibido nos cinemas de todo o planeta antes do filme “Batman - The Dark Knight” (menos aqui em Passo Fundo, onde fomos assistir a estréia), deixou todo mundo na expectativa de uma superprodução que promete agitar a telona em 2009. A adaptação para o cinema da famosa Graphic Novel de Alan Moore e David Gibbons estréia somente em março do ano que vem, mas a julgar pela qualidade das imagens que podemos observar no trailer, com certeza vem coisa muito boa por aí. Watchmen é, definitivamente, a história em quadrinhos mais consagrada e influente da história, e o filme não deve decepcionar.

E bastou o lançamento das primeiras imagens de Watchmen para os internerds de plantão também focarem sua atenção em um outro elemento que se destacou no trailer: a canção usada como trilha, que é ‘The Beginning Is the End Is the Beginning’, da banda Smashing Pumpkins. Como a música não faz parte de nenhum álbum de estúdio do SP, percebi internet afora que muitos fãs acharam que a canção foi produzida especificamente para o filme. Mas, na verdade, a música foi produzida para o Batman!!! Catei algumas informações e acabei traçando uma pequena explicação para esse cruzamento interessante entre esses universos da Cultura Pop:

O Smashing Pumpinks é bastante experiente em participar de trilhas sonoras para grandes sucessos do cinema. Entre os títulos conhecidos em que Billy Corgan e Cia. já carimbou faixas estão A Estrada Perdida (Lost Highway, 1997); O Santo (The Saint, 1997), Não é Mais um Besteirol Americano (Not Another Teen Movie, 2001) e Transformers (Transformers, 2007). Mas a verdade é que em todos esses filmes citados aí em cima o SP encartou músicas de seus álbuns de estúdio. A única música que a banda compôs “por encomenda” foi a faixa ‘The End Is the Beginning Is the End’ para o filme Batman & Robin, de 1997. O filme é, com certeza, o mais fraco de todos as produções envolvendo o Batman, mas a música do SP agradou tanto os produtores do filme que a Warner acabaria pedindo um bônus para a banda.

O resultado foi a faixa ‘The Beginning Is the End Is the Beginning’, que não foi veiculada no filme, apenas no CD com a trilha sonora. As duas cancões são complementares na letra e na melodia, tendo inclusive o mesmo refrão, embora a segunda possua menos trabalhos instrumentais e algumas colheres de elementos psicodélicos. E é essa segunda faixa que Jack Snyder (diretor de Watchmen, que também assinou ‘300′) escolheu para iniciar a divulgação de seu novo filme. Assista o trailer abaixo:

Um Guitar Hero de verdade na próxima versão do jogo

Postado em (games, música) por andy em 19-07-2008

Existem nomes que são inevitáveis quando se fala em “deuses da guitarra” e Jimi Hendrix, além de ser um dos precursores do rock como o conhecemos hoje, também se imortalizou com as músicas que nos trouxe e com um estilo único de orquestrar seu instrumento. E agora, finalmente, os herdeiros de Jimi Hendrix, detentores dos direitos sobre a obra do guitarrista, confirmaram que músicas do artista estarão em Guitar Hero: World Tour, próxima versão do jogo, que deverá chegar as lojas entre setembro e outubro.

É claro que o estilo de Hendrix sempre esteve presente às versões anteriores do jogo, mas faltava alguns clássicos do artista para complementar o conceito de lendas do rock que o jogo sugere. Agora, então, Janie Hendrix - que gerencia a obra do artista - disse que todas as fitas master requisitadas pela Activision foram localizadas e enviadas à desenvolvedora Neversoft. Há pelo menos três canções confirmadas: “Purple Haze”, “Foxy Lady” e “Little Wing”.

Além disso, as novidades prometidas para esta nova versão do jogo prometem fazer de Guitar Hero: World Tour o melhor de todos: a nova guitarra será sensível ao toque e sem botões, o que permitirá a execução de “slides” e arpejos, além de outros recursos. Será lançada também uma bateria (recoberta por silicone, o que dará um certo retorno “físico” às baquetas, sensível à intensidade das batidas) e um microfone. A inserção de novos instrumentos vem para bater de frente com “Rock Band”, jogo concorrente ao Guitar Hero que inovou ao ampliar as possibilidades instrumentais. A jogabilidade também terá alterações. “Battle of the Bands” permitirá que dois grupos rivais, formados por até quatro pessoas cada, se enfrentem no palco, através da Internet. Também será possível criar, gravar e distribuir seu próprio single e personalizar bandas, personagens e até capas de CD.

A julgar pela minha experiência com o Guitar Hero III, espero apenas que eles melhorem os recursos para jogar no PC, já que não tenho um PlayStation e, apesar dos 512MB de video e 2GB de memória, quando chego nas fases finais do jogo tenho que desabilitar a platéia para poder tocar no ritmo… E um guitarrista sem platéia é o mesmo que assistir o Campeonato Brasileiro na TV: pode até ser divertido, mas não tem classe nenhuma.

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Sobre

Nós, internerds, somos os caras que vivemos tudo aquilo que as gerações futuras vão estar comentando como marcos históricos: trocamos o VHS pelo DVD, vimos o nascimento e ascenção da internet, assistimos ao lançamento do IPod e do IPhone pelo YouTube, questionamos a revolução da TV Digital. Ah, também somos do tempo em que os salgadinhos da Elma-Chips vinham com um tazo dentro e cada um de nós já teve um copão da Coca-Cola ou da Pepsi.

E estamos aqui, misturando cultura pop e tecnologia numa mesma panela para comentar sobre tudo aquilo que é relevante para a nossa época, a era Internerd, onde ser um geek é ser “cool”. Junte-se a nós, você também faz parte disso, e aqui o papo é cabeça!

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