Versão física do Photoshop

Postado em (arte, software) por andy em 10-11-2008

A gente sempre diz que software é a parte que você xinga, enquanto hardware é a parte que você chuta. Dessa vez, dá pra fazer as duas coisas: xingar e chutar o software. Essa aí embaixo é a versão “física” do Photoshop. Se ele ultrapassasse os limites do monitor, ele seria mais ou menos assim:

A realidade surreal através do Photoshop

Postado em (arte, software, tecnologia) por andy em 17-09-2008

Seguindo a séria das realidades alternativas que são criadas através do Photoshop, dá só uma olhada nestas realidades fantásticas, criadas pelo escritório de design, NL, da Holanda. O projeto visa apresentar sugestões de arquitetura moderna (não necessariamente prática) através destas fotografias manipuladas.

Falando em Photoshop, há rumores de que a versão CS4 do software de manipulação de imagens mais badalado do planeta seja lançado no dia 23 de setembro. Semana que vem ou não, quando sair, com certeza será de fazer cair ainda mais os nossos queixos pois a versão CS3 não deixa nem um pouquinho a desejar.

Confira também:
* Eventos Bíblicos vistos pelo Google Earth

Google lança navegador próprio e irá concorrer com IE e Firefox

Postado em (mercado, software, tecnologia) por andy em 02-09-2008

Como muita coisa que circula na Internet acaba não passando de mera expeculação, eu achei que essa história não passava de boato, mas então é verdade: o The Wall Street Journal anunciou em primeira mão o lançamento do Google Chrome, o navegador da Google. A companhia Google trabalhou por mais de dois anos no projeto e lançou o programa, nesta terça-feira, em mais de 100 países.

Poder para escorar o projeto, que teria como principal objetivo desbancar o navegador Microsoft Internet Explorer, a Google tem. E razões para fazer isso também: a empresa é a principal fornecedora e defensora dos “Aplicativos Web”, um formato de software on-line que, segundo muitos, vem para substituir os softwares convencionais. A Google defende a idéia de que, um dia, o usuário não precisará de mais nada instalado no computador além de um navegador, pois todos os programas necessários para trabalhar, editar textos, ouvir músicas, converter arquivos e fazer infinitas coisas, estarão rodando direto de um servidor web. Maior exemplo disso é o Google Docs, que é “quase” um Microsoft Office, porém gratuíto e on-line.

E como é verdade essa história do Google Chrome, estão diante de mais um grande passo desta revolução no formato de utilização dos computadores: não testei o programa ainda, mas é absolutamente certo que a Google criou um navegador com mais compatibilidade e integração com seus próprios serviços, como o Docs, Picasa e GMail. A idéia do navegador de internet ser mais independente, começa a ganhar forma definitiva.

De acordo com o Meio & Mensagem, há muitas outras especulações sobre o novo navegador na blogosfera. Algumas das novidades seriam as abas no lado superior da janela, e não abaixo da barra de endereços; a barra de endereço com função de auto-complementação com sugestões de palavras baseadas em páginas mais visitadas, ou as mais populares da web; pesquisa direta por um site apenas colocando o nome dele na barra; a homepage default trará as páginas mais visitadas em nove screenshots; e o modo privativo, igual à polêmica seção InPrivate do novo Internet Explorer, que teria o poder de bloquear publicidade oriunda de terceiros.

O lançamento do Chrome nesta terça-feira é o mais recente ataque da Google ao domínio da Microsoft no mercado de computadores. O Internet Explorer, da Microsoft, tem uma fatia de 80% do mercado de navegadores.

Tela sensível ao toque, da Globo, deixou os apresentadores na mão… e literalmente

Postado em (software, tecnologia, televisão) por andy em 27-08-2008

Desde que o IPhone e a tecnologia Microsoft Surface surgiram, as telas sensíveis ao toque viraram sensação no mundo tecnológico, chegando a ser apontadas como sucessoras do mouse, o que realmente é muito provável. E, passada a euforia, elas começam a entrar no nosso dia-a-dia: durante as transmissões das Olimpíadas de Pequim, o que chamou a atenção dos internerds de plantão foi a tela interativa da Globo, que apresentou uma interface toda bacanuda e especial para as informações envolvendo os jogos olímpicos.

A idéia da Globo foi, basicamente, usar a tela “multi-touch” para mostrar dados dos atletas, programação dos jogos, vídeos, etc. Como a idéia é nova e os apresentadores ainda estão “se acostumando” com a tecnologia, foi mais do que comum a tela dar pau e nós, aqui do outro lado, um pouco mais acostumados com esse tipo de coisa, ficando cada vez mais aflitos com a dificuldade dos apresentadores em manipular o sistema.

Eu realmente fiquei bastante curioso a respeito da tela da Globo e, pesquisando na web, acabei descobrindo que o sistema utilizado pela emissora de TV brasileira foi “importado” dos Estados Unidos e produzido pela empresa Perceptive Pixel. A mesma tecnologia já vem sendo utilizada pela CNN norte-americana na cobertura das eleições presidenciais de 2008. Na Globo, a primeira experiência foi no Fantástico do dia 03 de agosto: através do sistema o apresentador também pode escrever sobre a tela; ampliar, diminuir, mover e girar imagens, entre outras coisitxas..

De qualquer forma, enquanto a moda não pega e os apresentadores não dominam a tecnologia, vale dar uma espiada em alguns inevitáveis micos, como o da apresentadopra Mylena Ceribelli no video abaixo. Divertido:

Mais uma vítima da tela azul

Postado em (software, tecnologia) por andy em 11-08-2008

A abertura das Olimpíadas de Pequim impressionaram, e muito. Principalmente pela tecnologia adotada como recurso principal do espetáculo. Mas nem tudo foi perfeito na cerimônia. Aquela famosa tela azul que a gente costuma cumprimentar de vez em quando fez mais uma vítima… Bom, geralmente só tem uma pessoa na frente da “tela” quando acontece mas, dessa vez, nada menos que 4 bilhões de pessoas assistiam… Então, acho que não pegou bem não.. hehe.. A pergunta que não quer calar: qual sistema operacional tava rodando?

Firefox ultrapassa Internet Explorer na Hungria

Postado em (internet, mercado, software, tecnologia) por andy em 31-07-2008

Fiquei muito feliz em saber que o Firefox ultrapassou, pela primeira vez, o navegador Internet Explorer, da Microsoft. E foi a Hungria o primeiro país do planeta a divulgar essa marca: o navegador da raposa já é usado, por lá, por 48,9% dos internautas. O Internet Explorer soma 46,8% dos usuários.

As informações, compiladas pela companhia de informática Adverticum, se baseiam em 2,4 milhões de navegadores que visualizaram alguma publicidade oferecida pelo administrador AdServer entre junho e julho deste ano.

Essa é, sem dúvidas, mais uma das vitórias que o Firefox simboliza para a tecnologia e a inclusão digital do planeta. Após anos de hegemonia, um software aberto e gratuíto ultrapassa um rival escorado pela maior empresa de software do mundo. E isso é apenas o começo: o navegador da Mozilla vem ganhando espaço por todo o planeta nos últimos anos e, quando lançou sua versão 3.0, em junho, entrou para o livro dos recordes por somar mais de 8 milhões de downloads em um único dia. E viva à raposa, mais uma vez!

Firefox 3: quase que a raposa afunda

Postado em (internet, tecnologia) por andy em 17-06-2008

Não dá pra não comentar: depois de mais de um mês falando sobre quebrar o recorde mundial como o programa com o maior número de downloads em um mesmo dia, a palavra que resume o Download Day, da Mozilla sobre o navegador Firefox, é fiasco. O site oficial para baixar o programa simplesmente baleiou por mais de 3 horas.

E quando digo fiasco, não me refiro a respeito da terceira versão do programa em si, que inclusive sou defensor fiel, mas da estratégia que a fundação adotou para distribuir o software. Poxa, se já era esperado que muuuuita gente ia entrar no site para baixar, gente essa que se cadastrou no site previamente, para que a empresa soubesse, bom, pelo menos deveriam ter se preparado melhor, não? Ou depender de um servidor que desse conta, ou adotar outras estratégias de distribuição.

Como diz o Cris Dias, em tempos de p2p, essa história toda é um mico total. Em vez de ficar se preocupando em centralizar o pessoal todo em um único site para fazer contadores girarem, deviam espalhar torrents por todo canto e provar que este tipo de compartilhamento não serve só pra incentivar a pirataria. Dá, sim, pra fazer coisas “legais” usando os torrents.

Bom, passada a indignação, que durou pouco mais de 3 horas (a idéia era poder baixar o programa a partir das 14h, mas só consegui pegar a minha cópia depois das 17h), já estou com o Firefox 3 na frente e minha análise sobre o programa, até agora, ainda é muito superficial. Por isso nem vou ficar preenchendo linhas sobre isso. Tudo o que posso dizer, até o momento, é que a barra de endereços do programa realmente é inteligente, e cumpre com o prometido. E pra saber mais, aí já acho que todos devem ir lá e baixar o navegador da Mozilla, afinal de contas o Firefox é, sim, o navegador mais bacana da atualidade.

Ah, e de qualquer forma, esperei o site voltar ao ar pra baixar a minha cópia do programa. Eu quero, sim, que muita gente fale sobre o programa e comece a utilizar também. Precisamos de uma web mais democrática, gratuíta, e que respeite os padrões do mercado.

Firefox 3: o que vem pela frente?

Postado em (internet, software, tecnologia) por andy em 19-05-2008

A Mozilla liberou no sábado (17) a primeira versão “Release Candidate” do navegador Firefox 3. Obviamente algumas alterações deverão ser feitas até o lançamento definitivo do aplicativo, programado para o final de junho, mas de acordo com os executivos da empresa, esta é praticamente a versão final do programa.

O Firefox 3 deve corrigir os problemas diagnosticados em sua estrutura básica, nas cinco versões anteriores que possui, além de mudanças na interface e uma visualização mais rápida das páginas de Internet (essa última é sempre a promessa, quando se lança um novo browser). Também estão entre as promessas um consumo de memória inferior ao do Firefox 2 e mais segurança de navegação. A Mozilla é, hoje, a principal concorrente da Microsoft, que liberou no início de março uma versão experimental do Internet Explorer 8.

Eu, particularmente, uso o Firefox desde 2005 e, hoje, não o troco por nenhum outro navegador. Nem mesmo o Safari, que fui obrigado a experimentar depois daquela estratégia questionável da Apple de incluir o programa nas atualizações automáticas do iTunes e QuickTime, me convenceu a trocar a rapoza, embora o navegador da Apple também seja muito bom. Cheguei a instalar a versão beta do Firefox 3 e confesso que gostei dos pequenos detalhes nele inseridos: acho que essa é a essência para se conquistar um público cada vez mais obcecado pela simplicidade e transparência da Era Digital. Agora, é esperar pra ver…

Google Earth 4.3: quase um video-game

Postado em (internet, software, tecnologia) por andy em 26-04-2008

Tá ficando cada vez mais assustador acompanhar as novidades do Google Earth. Na versão 4.3 é possível navegar através de um 3D fotorrealista, onde o software da Google não apenas simula o espaço físico utilizado por construções e relevos como, também, mostra-os exatamente como são. Isso sem contar que agora também é possível ver o sol “nascer” nestes lugares mais legais. Não vai demorar muito para saírem games que utilizam a API do software para construir cenários.

Obviamente a grande maioria destas novidades só estão disponíveis para cidades dos Estados Unidos e Europa mas, como é improvável conhecer todos estes “poucos” lugares de uma só vez, eu me contento em visitá-los através da tela do computador.

O vídeo abaixo foi publicado no blog do Google Brasil e apresenta as novas ferramentas do Google Earth, legendado em português:

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Sobre

Nós, internerds, somos os caras que vivemos tudo aquilo que as gerações futuras vão estar comentando como marcos históricos: trocamos o VHS pelo DVD, vimos o nascimento e ascenção da internet, assistimos ao lançamento do IPod e do IPhone pelo YouTube, questionamos a revolução da TV Digital. Ah, também somos do tempo em que os salgadinhos da Elma-Chips vinham com um tazo dentro e cada um de nós já teve um copão da Coca-Cola ou da Pepsi.

E estamos aqui, misturando cultura pop e tecnologia numa mesma panela para comentar sobre tudo aquilo que é relevante para a nossa época, a era Internerd, onde ser um geek é ser “cool”. Junte-se a nós, você também faz parte disso, e aqui o papo é cabeça!

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