Michael Jackson em capela eletrônica

Postado em (música) por andy em 04-11-2008

O nome do cara é François Macré e ele resolveu regravar o clássico “Thriller”, de Michael Jackson, usando apenas a sua voz. O trabalho “à capela” foi feito utilizando um software onde ele gravou 64 trilhas independentes de áudio. Macré usou apenas uma webcam, um microfone e seu computador pessoal e levou cerca de 350 horas (aproximadamente 15 dias ininterruptos de trabalho) para conseguir o resultado postado no video abaixo.

Em tempos de YouTube, onde se faz de tudo para conseguir um pouco de popularidade, já não basta mais ser criativo: é preciso ser genial! No caso do nosso amigo aí do video, ele precisou de bastaaaaaante tempo também, mas valeu o esforço: o resultado até que ficou bem interessante.

Segue o video:

Fazendo clipes com o Excel

Postado em (música, software) por andy em 27-10-2008

O título do post parece meio pretensioso, visto que não vou postar aqui como fazer tal proeza, mas só pra documentar que realmente é possível: Phil Clandillon e Steve Milbourne são dois inventivos caras da divisão londrina da Sony/BMG e que descobriram uma forma bem peculiar de reproduzir vídeos. Usando fórmulas, eles conseguiram criar uma espécie de videoclipe utilizando caracteres no Excel.

Assista abaixo a versão “alternativa” do clipe para a música “Rock N’ Roll Train“, primeiro single do fantástico novo album do AC/DC, Black Ice, lançado semana passada. Vale a pena conferir, de verdade:

E você, conhece a ‘Dança do Quadrado’?

Postado em (internet, televisão) por andy em 16-06-2008

Faz parte da cultura internerd estar por dentro do que rola de bacana na web, obviamente. E, por esta razão, não dá pra não dedicar pelo menos um post aqui no blog sobre este fenônemo que é a tal ‘Dança do Quadrado’.

O video, que é o mais novo viral da web, tem mais de 7 milhões de visualizações no You Tube e, além da web, tem invadido o país através das rádios, emissoras de televisão e baladas… Interessante admitir que, apesar do sucesso crescente desde o início de abril, confesso que só fiquei sabendo da tal música neste final de semana: estava eu lá, passeando com o controle remoto da televisão quando passei pelo programa Tudo é Possível, da Rede Record. Bom, mesmo não curtindo nem um pouco o “estilo funk de ser”, era impossível não parar pra analisar, pelo menos por alguns segundos, aquela cena bizzara que se passava na minha frente… E o pior, ainda por cima, é que a melodia é tão “verme de ouvido” que passei minha segunda-feira inteira com isso rodando em minha cabeça. Só mesmo algumas doses de Metallica pra aliviar o efeito.

Mas voltando ao assunto, o legal é que, pelo menos, esse tipo de absurdo nacional sempre rende boas paródias e o Kibe Loco, que considero um dos melhores sites de humor do país, produziu um clipe pra lá de engraçado, ajudando a popularizar ainda mais a música. Assista pelo menos três vezes, pra prestar a atenção em cada um dos personagens:

Também é interessante perceber que, pouco a pouco, estamos atingindo um eqüilíbrio razoável do que é conteúdo oficial, e do que é conteúdo gerado pelas “massas”. E estamos nos acostumando a acreditar que esse tipo de produção alternativa pode, sim, ser tão legal quanto os conteúdos “oficiais” criados pelas grandes indústrias do entretenimento. Fica como post do dia para começar a semana de maneira mais “geométrica”.. ;-)

Mais sobre a Dança do Quadrado em:
http://odia.terra.com.br/cultura/htm/_danca_do_quadrado_toma_conta_do_pais_163183.asp

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Sobre

Nós, internerds, somos os caras que vivemos tudo aquilo que as gerações futuras vão estar comentando como marcos históricos: trocamos o VHS pelo DVD, vimos o nascimento e ascenção da internet, assistimos ao lançamento do IPod e do IPhone pelo YouTube, questionamos a revolução da TV Digital. Ah, também somos do tempo em que os salgadinhos da Elma-Chips vinham com um tazo dentro e cada um de nós já teve um copão da Coca-Cola ou da Pepsi.

E estamos aqui, misturando cultura pop e tecnologia numa mesma panela para comentar sobre tudo aquilo que é relevante para a nossa época, a era Internerd, onde ser um geek é ser “cool”. Junte-se a nós, você também faz parte disso, e aqui o papo é cabeça!

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